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Ecos e Sussurros

As personagens principais são sempre mulheres, mesmo que ausentes na história, lutando contra estigmas, crenças e amarras. Mulheres que somos e encontramos nas ruas, nos ônibus, nos salões de beleza, nas enfermarias de hospitais, nos necrotérios.

As histórias de todas ecoam em cada uma de nós. São sussurros entre gritos ignorados, vozes caladas, histórias apagadas. Nem sempre os algozes são homens.

Ficha técnica
Autora: Maria Avelina Gastal
Ano: 2020
Gênero: Contos


Depoimentos

Ecos e Sussurros chegou até mim em um momento ímpar da minha vida..... e abordando a realidade de cada uma das mulheres que se expressam nas “Avelinas” me fizeram rir, chorar e até soluçar!!! Super recomendo!!!

Roberta M.

Avelina, amo Nós e já curto muito Ecos e Sussurros. A história aquela da pia... que primor! Faz sentir toda a intensidade e angústia e desalento e mil-outras-coisas. Assim como em todas as histórias, sensações e sentimentos complexos estão ali, captados na sua complexidade e apresentados com a simplicidade que atesta o trabalho multi talentoso. ;-)

Aline Malanovicz

Ecos e Sussurros acorda a gente. Sacode. Por vezes tritura. E literatura pra mim é isso. Eu gosto da que vai fundo, acelerada, se lançando nas cabeças dos leitores como se eles fossem um universo. Os leitores são um universo. E os escritores que não os temem acabam por escrever livros de verdade, relevantes e bacanas!

Helena Terra

Impossível ficarmos sem refletir sobre nós mesmos, sobre nossos familiares ou sobre nossos conhecidos. Situações de acordo com uma realidade que, para vivermos com mais leveza ou descompromisso, decidimos ignorar. Tu trabalhas muito bem com a realidade sob a “batuta” da emoção e da razão.
Maria de Lurdes Finger

Gostei muito, você apresenta um olhar duro e maduro sobre as coisas da vida. Alguns contos estão ressoando aqui.
Irka Barrios

Fui lendo aos poucos não querendo que terminasse. Li, mais de uma vez alguns contos; mas acabou. Cada conto, uma sensação de querer saber mais; mas isto fica por conta do leitor.

Nádia Maciel

"Gostei especialmente dos contos "Carne de filé", "A última gota", "Grávida" e "Transgeracional". Para mim, é onde alcançaste maior intensidade. É onde sais completamente do teu "lugar de fala" (o que qer que venha a ser isso...) e, mesmo assim, constrois personagens reais, verossímeis em sua complexidade e paradoxos. Me impressionaram, Stela Rates

Que livro inquietante! Com poucas palavras (muito bem escolhidas) tu coloca o leitor nas cenas, ou melhor, no buraco da fechadura, que é por onde se espia a vida destas mulheres. E com o ambiente armado, eu sentia necessidade de saber quem se mostraria ali, não dava vontade de parar de olhar. Mulheres como nós, cheias de medos e inseguranças, mas o que todas tem em comum é sofrerem algum tipo de violência, que parece circular, que passa de um conto a outro, não importa o tipo de lar, ela paira espessa, como se pudesse ser pega e atirada a qualquer momento contra elas, contra nós.

Os silêncios vão costurando as histórias, mas no final, o que fica parece um pedido de socorro, que bem pode ser sussurrado pelo furaco da fechadura que espiamos, pra nos tirar da inércia do voyeurismo, e nos fazer cúmplices.

Tua escrita é contundente, poderosa, necessária."

Rochele Bagatini

"Li e reli teu último livro. Fiquei procurando palavras para defini-lo e não as encontrei. O riso, a dor, a decepção de cada mulher trazem uma intensidade que mexe com nossos sentimentos mais profundos. Nós temos um pouco de cada uma delas"
Gilda