Eduardo José Monteiro da Costa e Rômulo Moraes contam com seu apoio para lançar seus livros. O financiamento coletivo reforça o compromisso com o lançamento responsável de um livro, passando por todas as etapas da publicação, bem como fortalece a ideia de que quem deve pagar pelo livro não é o autor ou a editora, mas, sim, o leitor.
História Econômica da Amazônia
Por que uma das regiões mais ricas em recursos naturais do planeta permanece marcada por pobreza, desigualdade, baixa diversificação produtiva, violência, conflitos fundiários e dependência de decisões tomadas fora de seu território?
Em História Econômica da Amazônia, Eduardo José Monteiro da Costa enfrenta essa pergunta decisiva a partir de uma ampla reconstrução histórica, econômica e institucional da região. Mais do que narrar fatos, a obra revela os mecanismos profundos que moldaram a Amazônia como território de disputa, migração, exploração, resistência e esperança.
A tese central do livro é clara e provocadora: o subdesenvolvimento amazônico não é fruto do acaso, da geografia ou da ausência de riqueza. Ele resulta de uma trajetória histórica na qual instituições, coalizões políticas, interesses econômicos e formas seletivas de intervenção estatal transformaram recursos abundantes em rendas concentradas, ciclos econômicos em enclaves e políticas públicas em mecanismos incompletos de transformação regional.
Com rigor acadêmico e narrativa acessível, o autor propõe uma interpretação original da formação econômica da Amazônia, dialogando com a Nova Economia Institucional, a Teoria das Ordens Sociais e os grandes debates sobre desenvolvimento, soberania, sustentabilidade e federalismo. O resultado é uma obra indispensável para compreender não apenas o passado amazônico, mas também os desafios do presente e as possibilidades de construção de um futuro mais inclusivo, produtivo e socialmente justo para a região.
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Sementes Áridas
Na Aridez, o deserto é uma infecção contagiosa, espalhando esterilidade pela terra. Mesmo as árvores sagradas, bastiões de fertilidade, não são capazes de evitar para sempre o fim das vilas sertânias. Mas três destinos começam a se entrelaçar, carregando as sementes da transformação:
Aziza, uma Criança Sagrada, rompe com o papel que lhe foi imposto para viver sua identidade feminina e parte em busca dos conhecimentos que acredita poderem salvar seu povo.
Azura, sua irmã gêmea, guiada por uma visão, mergulha nas memórias da terra e descobre que algumas certezas só permanecem de pé depois de serem questionadas.
E Aruê, herdeiro do legado da avó benzedeira, que recebe um chamado dos espíritos ancestrais — e está disposto a tudo para cumpri-lo.
Entre os mistérios dos encantados e uma magia que cobra seu preço em vida, eles enfrentarão a origem da ruína que devora seu chão. Porque na Aridez, salvar o mundo exige florescimento, mesmo que regado a sacrifício.
Misturando lirismo, espiritualidade afrobrasileira e a mística viva do sertão, Sementes Áridas é uma fantasia nordestina sobre identidade, pertencimento, destino e a coragem de renascer mesmo quando tudo parece perdido.
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